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Modalidade formativa · 389 equipamentos

Simuladores de doente e de equipamento

Competências técnicas, não técnicas e manuseamento do equipamento.

Um doente que responde, uma equipa que decide e as máquinas que os sustentam.

O simulador de doente reage: a constante muda, o ritmo altera-se, o fármaco faz efeito ou não faz. Isso obriga o aluno a decidir e a rever a decisão, que é o que nenhum task trainer consegue ensinar. E como o caso raramente se resolve sozinho, entra o que a literatura chama competências não técnicas: liderança, distribuição de tarefas, comunicação em voz alta, consciência da situação.

À volta dessa cama está o equipamento que a transforma numa UCI, num bloco operatório ou numa unidade de diálise: monitores, ventiladores, bombas, desfibrilhadores, ECMO. Simulá-lo também se treina, e é outra competência — a interface, não a clínica. Por isso esta modalidade junta as duas famílias: o doente e as máquinas que o sustentam.

As duas famílias desta modalidade

Compram-se em separado e usam-se juntas.

Simuladores de doente

Reproduzem a pessoa: sinais vitais, resposta fisiológica, pulsos, voz. Sobre eles treina-se a avaliação, o tratamento e a coordenação da equipa à volta de uma cama.

Simuladores de equipamento

Reproduzem o equipamento que rodeia essa cama: monitores multiparamétricos, ventiladores, bombas de perfusão, desfibrilhadores, ECMO, máquinas de diálise. O que se treina aqui é a interface — montar o circuito, programar os parâmetros, ler a curva e responder ao alarme.

Um centro completo precisa dos dois. O doente sem o equipamento é um manequim numa sala vazia; o equipamento sem o doente é um simulador de botões.

Quando é a modalidade adequada

Escolher bem a modalidade poupa mais dinheiro do que negociar o preço do equipamento.

Escolha-a quando…

  • Treina-se o manejo completo de um caso, não uma técnica isolada.
  • O objetivo inclui o trabalho em equipa e a comunicação sob carga.
  • Existem instrutores formados em debriefing.
  • Há sala e sistema de gravação para rever a atuação depois.

Não é a adequada se…

Como se usa na sala de aula

O que é preciso saber antes de dimensionar a sala.

Rácio
1 equipamento por 4–6 alunos
Sessão
20 min de cenário + 40 de debriefing
Instrutor
Imprescindível, mais um operador
Custo recorrente
Médio — consumíveis e manutenção anual

Como orçamentar bem

É a modalidade que mais rende quando se compra o conjunto. A sala de controlo, o sistema áudio-vídeo e um instrutor formado são o que transforma um simulador num programa de ensino, por isso orçamentar o ambiente juntamente com o equipamento é o que garante que o centro é usado todas as semanas.

Quem a usa

Especialidades que mais recorrem a esta modalidade.

Cuidados intensivos Anestesiologia Pediatria Obstetricia Cardiologia e vascular

Procedimentos frequentes

Equipamentos desta modalidade

389 referências no catálogo.

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Simuladores de doente

354 referências

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Outra família desta modalidade

Simuladores de equipamento

Reproduzem o equipamento que rodeia essa cama: monitores multiparamétricos, ventiladores, bombas de perfusão, desfibrilhadores, ECMO, máquinas de diálise. O que se treina aqui é a interface — montar o circuito, programar os parâmetros, ler a curva e responder ao alarme.

35 referências

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